Forgotten Realms - O Mythal de Fúria Draconica

O Retorno do Grande Ciclo está próximo e nem mesmo os monges do distante Forte da Vela, que guardam as palavras do profeta Alaundo podem prever o que surgirá depois disso...
 
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 Goblinagens

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MensagemAssunto: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:27 am

Proponho que iniciemos um tópico ou sessão denominado de "GOBLINAGENS", uma vez que parece fazer parte inerente da campanha ou dos jogadores. Seria interessante fazer um ranking e discutir toda metafísica envolvida nessas traquinagens koboldicas.

"Uma coisa que falta aos aventureiros: bom senso. Tenha um pouco disso e se manterá vivo. Por ora..."

Sebastião Passoslongos para Brutus Garra de Urso, após ele ter gritado no meio da floresta de Yuirwood

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:28 am

auhaueahueeheaehahehaue

claro!

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:30 am

Os aventureiros atravessam rapidamente a parte da floresta que é do domínio dos goblins, rezando para que não encontrem as centenas e centenas de goblins que infestam a região. Quando, para seu grande azar, são cercados e aproximados por goblins, esses nos dariam passagem em troca de presentes dignos do rei goblin. O clérigo de Shaundakul, também conhecido por Passoslongos, Passoslargos, Passosfundos ou qualquer coisa que o valha, oferece 5 PO. O presente é aceito. Logo depois, Pouca Sombra oferece 6 PO, há certa resistência, ele adiciona mais 1 PO e tudo corre bem. O elfo, Valanthior "metralhadora de flechas" oferece sua espada élfica e os goblins ainda pedem um mecha de seu cabelo. Ele aquiesce, mesmo a contragosto. Todos os olhares se voltam para Lawrence, o ranger, que devagarzinho, puxa de sua mochila uma panela e um caneco! Mal pondo os utensílios culinários no chão, os goblins gritam indignados e uma flecha acerta Lawrence no peito e ele tomba no chão.

Após isso, com alguma diplomacia e um truque mágico, os goblins nos permitem passagem...

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:29 am

Uma pequena bruma se estende pela margem e o rio oferece seu suave encanto para quem deseja nele mergulhar. Clarisse, uma "linda mulher", como foi chamada pelo narrador e além disso uma barda, aproveita que é seu turno e todos os outros estão dormindo para se banhar. Tira lentamente suas roupas e seu físico delgado e sensual revela mais ainda seus inquestionáveis talentos. Ela entra lentamente no rio, sentindo sua água límpida e cristalina envolver seu corpo.

Valanthior após algumas horas de transe desperta e se depara com essa miragem a sua frente. Ele se posiciona para melhor apreciar a paisagem. O rio é muito bonito nessa época do ano.

Clarisse nota algo e se vira, cobrindo seu corpo com os braços.
-"Você estava me espiando?"
-"Não estava te espiando, apenas te observando..."

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:30 am

Laurence se aproxima de Sebastião e pede 25 PO. O grupo andava com pouco dinheiro, mas Sebastião logo deu o dinheiro pedido.

Laurence tinha um plano.

Ele queria reforjar sua espada, melhorar seu fio para um futuro combate. O problema é que ele não tinha uma forja onde pudesse trabalhar, então combinou com um anão ferreiro que passaria em sua forja no final do dia. Ele foi à taverna onde estava hospedado, no Recanto Ancestral, na capital de Tethyr, e comprou o melhor vinho da casa pela quantia pesada de 10 PO.

Laurence tinha um plano.

Chegando o final do dia, ele se direciona à forjaria, onde encontra o mestre anão terminando seu último trabalho. O mestre anão termina seu trabalho e Laurence começa a conversar com o anão e para puxar uma sardinha para o seu lado oferece o precioso vinho para o anão. O anão olha torto, faz uma cara de desdém e diz que não toma vinho, mas sim cerveja e não entende porque alguém tomaria vinho.

Laurence tinha um plano.

Ele não deu certo.

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:30 am

hahuuhauhauhahuauhahuahuahuahuahuuahuhahuahuau

uhahuahuaeaeaeahuhauuhahuaehuaeuhaeauhe

"tinha um plano.

ele nao deu certo"

aoihaoihahioahiohaiohoiahoiahoaihioahoiahoiahoia

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:31 am

Ah, como descrever Pouca Sombra? Não que ele fosse uma pessoa muito transparente, mas isso é uma piada infame para um meio-drow assassinado por um taverneiro um tanto quanto sombrio. Mas que espécie de narrador sou eu? Começa a sua estória pelo fim e termina pelo começo? Não funcionaria, ainda mais por ser um relato repleto de presságios, mensagens e anunciações.

Pouca Sombra era afetado por uma doença muito comum em algumas partes de Faerûn. Mãos inquietas, nervosas, sempre ansiosas por pegar, sentir e mexer em algo novo. Principalmente quando esse algo novo valia muitas peças de ouro. É, amiguinhos, ele era um ótimo camarada, mas não tinha muito bom senso, como vocês vão ouvir em breve.

Passávamos pelo caminho do comércio em um tempo distante, no começo das minhas aventuras...e uma caravana passou por nós. Uma carroça sendo puxada por mulas e outras tantas amarradas atrás, seguindo todo o comboio. Não sei o que Pouca Sombra viu, mas sei que ele tentou afanar alguma coisa. Mula mágica aquela deveria ser, pois não sei se desviou seu traseiro das mãos ávidas de Pouca Sombra, ou era este tão mal punguista quanto um velho cego? Sei que ele nada conseguiu e ainda revelou seus propósitos para o grupo todo...Bem, nem tudo tem remédio, mas continuamos...mas quando a mula passou por mim, tive uma sensação estranha e por um breve momento, ela sorriu para mim. Aquelas ervas são brabas...

Ao chegarmos em Zassespur ou que o raio que a parta maldito nome daquela cidade de Tethyr, Pouca Sombra ficou todo assanhado e partiu para o meio da multidão, aceitando a hospitalidade Tethyriniana (Tosse). Escapou das pessoas que tentava roubar e os gritos de "Ladrão, Ladrão" chamaram a atenção dos atentos olhos élficos de Valanthior, que viu Pouca Sombra disparando para um beco escuro. Era mais um sinal, um presságio, um aviso do fim iminente?

A cada passo que ele dava no mundo do crime, mais ele se distanciava do grupo. Já tinha repreendido ele uma vez, mas na segunda foi tão convincente que pensei que nada tinha a ver, mas o elfo me garantia que fora ele. Aham, já tinha visto demonstrações de sua ambição e imprudência, mas no nível que chegou foi além das minhas expectativas e aquém das minhas esperanças.

Após algumas traquinagens com um máu-caráter e sombrio taverneiro, ele foi roubado na quantia de 350 PO ou 35 PP. Acessamos a milícia, ou, para ser mais sincero, ela foi acionada quando Lawrence veio buscar nossa ajuda e comentou que Pouca Sombra estava metido em uma trambicagem, e falou tudo isso dentro de um templo de Tyr. Olha o bom senso novamente...Bem, resolvemos a situação, e ao que parece os ladrões eram realmente comparsas do taverneiro. A situação saiu tanto de controle que por fim acabaram marcando um duelo fora dos limites da cidade.

Depois disso, vi apenas a cabeça de meu amigo sendo levantada e o taverneiro sendo transformado em um herói. Sabíamos que ele tinha sido emboscado, porque Lawrence não voltara, mas ficar ali não era uma boa idéia...quando eu vi a cena, imaginei o taverneiro apontando para nós e dizendo: "Ali, os companheiros do drow..." Corremos para o templo de Tyr e de lá seguimos viagem...

Aviso aos ladinos de Faerûn: Nem tudo que reluz é ouro, e quem carrega ouro demais é mais roubado.

Moral da história: seja um ladino, mas se não consegue roubar uma mula, isso quer dizer que você se transformou em um muladino e seu fim está próximo. Desista dessa vida e entre para a agropecuária!

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:33 am

Guilherme, essa porção de invisibilidade faz o que mesmo?"

Em um jogo de vampire:
"Vou me arrastejando pelo chão?"

Outra boa:
"Guilherme, quanto que custa uma arramadura obra-prima?"

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:34 am

A quase fatalidade para uma corda suspensa e imóvel

Após vários dias perdidos em meio a floresta densa de Wealdath, passando por perigos além das suas forças, andando em círculos e já acabando a esperança de que iriam algum dia sair, Valanthior vê uma árvore distinta que parecia estar ali exatamente pra que ele subisse para tentar ter uma visão do alto. Ao subir, uma leve brisa bate nas árvores, mexendo as folhas de modo que tivesse um breve reflexo, algo vermelho chamava-o na distância. Descendo rapidamente da árvore, Valanthior sugere seguir a direção desse reflexo e chegando lá, encontraram uma ruína antiga da tribo élfica do Valanthior.

Após adentrar a ruína e passar por ela, todos lembraram que esqueceram de investigar algumas coisas, então resolveram tentar entrar novamente, mas todas portas se encontravam fechadas e impossibilitadas de abrir novamente. Procurando algum meio de entrar, avistaram um buraco no teto sendo a ruína entrelaçada por uma vegetação bem marcante que subia até o teto, foi pssível subir facilmente. Subiu facilmente Al Kadaf o negão de 2 metros e pouco, peso não definido no momento, e após ele subir era a vez do elfo que depois de mais de 5 tentativas de subir, o elfo caído no chão, passa por ele o Sebastião, clérigo manco e sobe sem dificuldade alguma, o elfo se levanta inconformado, vendo um negão de 2metros e um clérigo manco subir, se empenha, caíndo mais alguns 3 ou 4 vezes até finalmente conseguir.

Por uma imensa sorte, encontraram na parte principal da ruína um buraco no teto da parte principal da ruína, mas nessa parte não havia a mesma vegetação entrelaçada, então o Al Kadaf, resolveu que ia ficar de cima segurando uma corda pra que o elfo e o clérigo descessem, após ver o que restava lá dentro, voltaram à corda, pra subir, o clérigo chegou e subiu, com um pouco de dificuldade mas subiu logo, o elfo, tentou 1 vez, não conseguiu manter o peso, na segunda tentativa, subiu um pouco, e a corda entre suas mãos começou a escorregar, caíndo e queimando as mãos, o elfo levanta novamente, dessa vez parecia estar conseguindo, mas quase a distância de esticar a mão e alcançar o teto, cai se ferindo mais ainda, após todas essas tentativas fracassadas, Valanthior resolveu amarrar a corda em volta de sua cintura, e pediu pro Al Kadaf puxar!

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MensagemAssunto: Re: Goblinagens   Dom Fev 24, 2008 10:33 am

Como um outro post, acima, há algo a respeito do Brutus Garra de Urso, que uma noite em meio ao silêncio profundo da floresta mágica de Yuirwood Brutus soltou um berro, chamando o seu "gatinho", mesmo após levar o esporro do Sebastião, o Brutus comete o exato mesmo erro, mas considerando que a noite anterior havíamos fugido mais de 5 trolls e 1 outro monstro terrível (que até o momento não sabíamos que estava nos ajudando), por sorte dessa vez nada de ruim aconteceu!

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