Forgotten Realms - O Mythal de Fúria Draconica

O Retorno do Grande Ciclo está próximo e nem mesmo os monges do distante Forte da Vela, que guardam as palavras do profeta Alaundo podem prever o que surgirá depois disso...
 
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 Prelúdio

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MensagemAssunto: Prelúdio   Sab Fev 23, 2008 6:49 pm

Valanthior

Nasceu em uma tribo de elfos selvagens localizada nas entranhas da Floresta de Weadath, e nela permaneceu durante toda sua infância e juventude. Seu pai era o batedor da cidade e desde pequeno Valanthior observava seu pai saindo da tribo para uma de suas expedições dentro da floresta, e desde criança pedia que seu pai o ensinasse as suas habilidades com arcos e espadas, mas sempre ouvia a resposta. Você ainda é muito jovem.

Um belo dia, nas vésperas do aniversário de Valanthior, o seu pai o avisou que no dia seguinte, sairia pra mais uma de suas jornadas na Floresta. No dia seguinte, antes do sol nascer, Valanthior é acordado pelo seu pai, que lhe chamava para olhar o sol que nascia resplandecente no horizonte. Valanthior pulou de sua rede tomado por uma imensa felicidade, achando que aquele seria o dia em que aprenderia a arte que seu pai a muito anos dominará, mas enquanto descia as escadas, seu pai lhe informou que ainda não estava na hora do seu tão esperado aprendizado.

Seguindo os passos de seu pai, eles caminharam pela mesma trilha que seu pai usava para sair da tribo, caminharam juntos por mais alguns minutos ate que seu pai parou e retirou uma semente de carvalho da mochila, a mesma que colocou nas mãos estendidas de Valanthior.

- Essa semente deve ser plantada por você agora, para que possa pegar os primeiros raios de sol do dia, e assim foi feito. Observaram o horizonte por alguns instantes e continuaram sua caminhada pela Floresta.

Desde aquele dia, Valanthior se ocupou em cuidar de sua muda de carvalho, que com o passar dos anos foi crescendo e cada vez mais conquistando seu espaço entre as vastas e grandiosas arvores de Wealdath. E durante esses anos ele ouviu muitas historias de pessoas que foram para as cidades do povo civilizado e acabaram voltando. Ouviu atentamente sobre as edificações daquele povo e sua cultura. E cada vez mais ele sentia vontade de conhecer as cidades e seus moradores. Ele não compreendia as constantes mudanças que acontecia nas cidades.

Sempre gostou de ouvir historias, e uma em especial lhe chamava tanta atenção quanto as historias contatadas sobre a civilizações, mas essa falava sobre seu tio, que ele não conhecia e que a alguns anos atrás havia se afastado de toda tribo para morar em uma área afastada da floresta. Mas a historia nunca era completada, diziam que na época em que ele se afastou aconteceram coisas que não mais deveriam ser pronunciadas pelo seu povo.

Poucas vezes Valanthior havia se afastado muito do território da sua tribo, pois seu pai sempre lhe alertou que era perigoso e que ele ainda era muito jovem para confrontar os perigos escondidos entre o mar verde que se perdia de vista, mas conforme os anos passavam cada vez mais ele se afastava da sua tribo durante suas caminhadas. Ele já havia perdido as esperanças de aprender a arte de seu pai.

Em uma noite estrelada seu pai lhe avisou que ele deveria se preparar, pois em alguns instantes ele sairia para explorar e vigiar a imensidão verde de Weadath e que naquela noite ele ira acompanha-lo. Dentro da floresta seu pai explicou muitas coisas durante aquela noite que permaneceram fora da tribo.

Nos dias que seguiram este Valanthior começou a receber treinamentos. Seu pai era um ótimo batedor, conhecia muito a floresta, e todas as vezes que eles saiam em suas expedições muito lhe era ensinado.

Após tanto tempo de treinamento e ao completar 100 primaveras, Valanthior se achava capaz de entrar na floresta sozinho e acabou pedindo que seu pai lhe
desse alguns itens pra que ele pudesse se virar sozinho, mas seu pai o disse que quando ele aprendesse a fazer seu próprio arco, é que
ele estaria realmente preparado pra isso. Logo Valanthior percebeu o porque do ritual todo de plantar um carvalho aos 25 anos.

Seu pai começou a lhe ensinar como fazer arcos, até que ele tivesse preparado pra cortar um galho do seu próprio carvalho, quando ele se sentiu
capaz, cortou o galho, e começou a fazer seu arco, por muitas semanas, o Valanthior deixara de ir em expedições por achar que de alguma
forma assim ele faria um arco melhor, terminado seu arco, ele começou a sair sozinho em expedições, e algumas épocas do ano, ele tirava
pra melhorar o seu arco. Tanto tempo passado com seu arco, ajeitando e coisas, criou um certo cuidado e carinho.

Após anos, continuando a ajudar seu pai no trabalho de batedor, eles já se separavam pra cobrir uma maior parte da floresta em menos
tempo, até que um dia, Valanthior se deparou com um humano, meio surpreso e estranhando o que esse humano fazia por essas áreas, acabou indo conversar com ele, com as conversas que eles tinham e pelo que ouvia em histórias dentro da tribo, ele sentia algumas semelhanças nas histórias que esse humano contava sobre sua vida, então pela semelhança Valanthior percebeu que esse humano tinha de alguma forma uma lligação com o seu tio, aquele que
saiu da tribo faz tempo, após tempos de conversa, acabaram de certa forma se ajudando na mata, algumas coisas que ele sabia, e o humano
não sabia, e vice-versa, foram virando amigos.

Depois de uns dias, o humano dizendo que voltaria pra casa, então Valanthior acabou voltando pra casa do tio dele na espectativa de conhecer-lo, chegando lá, conheceu o famoso tio, ficou lá pelo dia, comendo e conversando, trocando conhecimentos e histórias, em meio das conversas, Valanthior soube de onde o humano vinha, e sempre ouvia histórias de fora da floresta, mas nunca havia saído.

Logo, ele ficou muito curioso, não parava de fazer perguntas sobre a civilização, foi então que o humano afirmou, que já fazia muito tempo em que ele saiu de lá, que hoje em dia ele não sabe ao certo como está, mas que teria uma pequena noção e se ofereceu a ir junto ao Valanthior pra civilização.

Valanthior acabou aceitando, e eles marcaram uma data de saída em rumo a cidade, Valanthior voltou a sua tribo, e deu as notícias, como de costume na tribo, quando algum membro sai a algum destino, os moradores se juntam e fazem doações, para que ele possa ser incientivado e ajudado, e
assim, ele sai, em direção a árvore o qual eles combinaram de se encontrar, para começar a sua expedição!
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